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Terminal Principal e Saguões do CLT
Se você vai transitar pelo Aeroporto Internacional de Charlotte Douglas (CLT), precisa se mover com inteligência. Este hub não é apenas um dos mais movimentados do mundo, mas também um dos mais dinâmicos devido às suas constantes renovações. Para que sua passagem por aqui seja fluida e sem sobressaltos, reunimos milhares de experiências de viajantes reais para oferecer este guia estratégico sobre seu terminal e saguões.
O que esperar ao transitar pelo Aeroporto de Charlotte
- Quantas áreas de embarque o CLT possui? Cinco saguões (A, B, C, D e E) conectados a um único terminal central.
- Como ir do estacionamento até os portões? Há ônibus gratuitos 24/7 entre os estacionamentos de longa permanência e o terminal principal.
- Existem trens internos? Não. Todo o deslocamento é feito a pé. Há corredores com esteiras rolantes, mas os usuários relatam que frequentemente estão fora de serviço, especialmente nas conexões para o Saguão E.
- É adaptado para idosos ou pessoas com mobilidade reduzida? Apenas parcialmente. As distâncias são longas (até 20-30 minutos caminhando) e a assistência com cadeira de rodas pode sofrer atrasos importantes por falta de pessoal.
- É possível descansar entre os voos? É um desafio. A falta de assentos é uma queixa crônica; muitos viajantes acabam sentados no chão perto dos portões de embarque.
- O aeroporto é limpo? A experiência é mista. Enquanto o Átrio e o Saguão A costumam estar impecáveis, os banheiros dos saguões B e C recebem críticas por falta de manutenção em horários de pico.

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Pontos Críticos: Manual do Viajante Inteligente
O desafio das conexões curtas
CLT é um aeroporto de design "para pedestres", o que significa que não há trens. Se sua conexão for de menos de 45 minutos e você precisar mudar do Saguão A para o E, estará em uma corrida contra o tempo.
Estratégia: Não aceite conexões de menos de 1 hora se não tiver agilidade física. Se o tempo for curto, vá diretamente para o seu portão sem parar no Átrio; as distâncias são maiores do que parecem no mapa.
A crise dos assentos
É muito comum ver passageiros sentados no chão nos saguões B, C e E. O design atual não dá conta do volume de passageiros da American Airlines.
Estratégia: Se tiver uma espera longa, busque refúgio no Átrio central (onde estão as famosas cadeiras de balanço) ou considere pagar pelo acesso a uma sala VIP. Se viajar pelo Saguão A, a nova extensão costuma ter mais espaço disponível.
Energia e Conectividade
Muitas tomadas nas zonas antigas e nas áreas em construção (especialmente no Saguão D) não funcionam ou estão muito desgastadas.
Estratégia: Leve uma bateria externa carregada. Se precisar carregar seu celular com urgência, procure as mesas de trabalho no Átrio ou na nova zona do Saguão A, que contam com portas USB e carregamento sem fio mais confiáveis.
O labirinto do Transporte por Aplicativo (Uber/Lyft)
Ao contrário de muitos aeroportos onde o embarque é na área de "Chegadas", no CLT a zona de Uber e Lyft está localizada no nível superior.
Estratégia: Siga os sinais para o Nível 3 (Partidas/Departures). Não espere na área de retirada de bagagem, pois os motoristas não têm permissão para pegar passageiros lá e você perderá um tempo valioso.
Detalhes da distribuição, composição e os desafios que os passageiros enfrentam, como o congestionamento e a falta de assentos, baseados em experiências reais.
O Aeroporto Internacional de Charlotte Douglas (CLT) é um dos mais movimentados dos Estados Unidos. É composto por um terminal principal e cinco saguões: A, B, C, D e E. Estes estão conectados ao edifício central, que abriga os balcões de check-in, os controles de segurança e as áreas de retirada de bagagem. Apesar da conexão interna, a experiência dos passageiros é diversa, com comentários que vão desde elogios pela sua eficiência até críticas pelo seu design ineficiente.
Experiência dos usuários: Muitos viajantes destacam que o aeroporto tem um "ar de shopping center dos anos 2000", muito ativo e barulhento, mas com cantos charmosos como o átrio central e seu piano que toca sozinho.
Entre estacionamentos e saguões
O transporte entre estacionamentos e saguões funciona 24/7. Os abrigos encontram-se nos lotes 1 e 2 (longa estadia), Daily Decks e Express Deck Preferred. Ao voltar, os ônibus são abordados nas faixas internas do nível inferior (Chegadas/Retirada de bagagem).
Experiência dos usuários: O sistema de ônibus é elogiado por sua frequência, embora haja avisos de que no "Cell Phone Lot" não há banheiros nem telas de informações de voos, o que dificulta a espera para quem vai buscar passageiros.
Congestionamento e falta de assentos
Um dos maiores pontos críticos do CLT. Passageiros relatam frequentemente ter que sentar no chão pela falta de assentos, especialmente em B, C e E. No saguão E, por exemplo, "não há onde sentar nem caminhar sem esbarrar nos outros". Isso se agrava durante atrasos, quando a superpopulação faz com que até as saídas de emergência sejam usadas para descansar.
Experiência dos usuários: Os viajantes recomendam as cadeiras de balanço brancas do Átrio como a melhor alternativa de descanso gratuita, embora costumem ser ocupadas rapidamente.
Distâncias longas e acessibilidade
O trajeto entre saguões pode levar entre 15 e 30 minutos. Não há trens nem carrinhos motorizados para passageiros. Muitos criticam a falta de assistência para pessoas com mobilidade reduzida e a falta de corrimãos ou bancos nos longos corredores. As esteiras rolantes estão com frequência fora de serviço.
Experiência dos usuários: "Prepare-se para caminhar quilômetros", advertem os usuários. Se viajar com crianças ou idosos, solicite assistência com muita antecedência, já que a equipe de cadeiras de rodas costuma estar sobrecarregada.
Renovações em andamento
As obras de melhoria estão em andamento há anos, gerando expectativas e frustração. O saguão E, por exemplo, está há mais de dois anos sob remodelação. Os usuários reclamam de sinalização confusa, caminhos bloqueados e funcionários desinformados. Algumas zonas como o átrio central melhoraram (com novas zonas de alimentação e relaxamento), mas outras permanecem intransitáveis.
Experiência dos usuários: Apesar do caos, a remoção dos carpetes antigos por pisos modernos foi bem recebida, facilitando o rodar das malas.
Conexões dentro do aeroporto
Entre saguões: O trajeto de E para A pode levar até 30 minutos. O design busca facilitar o deslocamento de pedestres, mas não contempla adequadamente o volume atual. Alguns descrevem o translado como uma "maratona".
Dos estacionamentos: O serviço de ônibus cobre todos os abrigos principais, mas durante horários de pico pode haver demoras. A área de embarque é bem indicada.
Terminal Principal
- Nível 1: Retirada de bagagem e túneis para o centro de aluguel de carros e estacionamento.
- Nível 2: Check-in e segurança. Existem três pontos de controle.
- Nível 3: USO Lounge, capela, salas de amamentação.
Muitos consideram que "o terminal principal ficou pequeno". Durante horários de pico, as filas e o barulho dificultam a orientação. No entanto, detalhes como as cadeiras de balanço ou as grandes janelas são altamente valorizados.
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Saguões A a E
Saguão A: 32 portões (A1-A13 perto, A21-A39 mais afastados). Boa sinalização, mas filas frequentes na segurança. Aqui se encontra o novo Delta Sky Club (A37), elogiado por ser moderno e menos lotado.
Saguão B: 16 portões. Com Admirals Club. Lotado em horários de pico, alguns o descrevem como "cheio e sujo".
Saguão C: 18 portões, exclusivo da American. Muito congestionado. Críticas por falta de assentos e espaço.
Saguão D: 13 portões. Voos internacionais. A TSA aqui é muito lenta e mal organizada segundo vários usuários. É a zona com mais problemas de tomadas funcionais.
Saguão E: 45 portões. Críticas pelas distâncias, obras constantes e falta de esteiras rolantes operacionais. É o saguão que requer mais tempo de caminhada a partir do centro.
Alfândega e TSA
- Ponto de controle 1: 3:30 am - 9:00 pm
- Ponto de controle 2: 3:30 am - 10:45 pm
- Ponto de controle 3: 4:00 am - 8:00 pm
A eficiência destes pontos varia segundo a hora do dia. Muitos viajantes relatam congestionamento, especialmente no Ponto 3 (internacional). Alguns comentam que "a sinalização pós Global Entry é tão confusa que o benefício perde o sentido".
Experiência dos usuários: Atenção com os líquidos! Os agentes da TSA em CLT são famosos por seu rigor; se seus líquidos não couberem perfeitamente em um saco transparente de um quarto de galão (tamanho padrão), é muito provável que sejam descartados.
TSA PreCheck e Global Entry
O CLT dispõe de faixas exclusivas TSA PreCheck nos pontos 1 e 2. O centro de inscrição fica no átrio principal após a segurança. Os aprovados recebem um Número de Viajante Conhecido para usar o PreCheck em qualquer aeroporto.
Além disso, o CLT participa do Global Entry, que agiliza a entrada nos EUA para viajantes pré-aprovados. O centro de inscrição opera de segunda a sexta (13:00 às 20:00) na área de retirada de bagagem. Também há opção de Enrollment on Arrival no saguão D.
Os usuários valorizam esses serviços, mas indicam que a eficiência local "não está à altura de outros aeroportos" devido ao fato de que, às vezes, as filas do PreCheck acabam se misturando com as regulares por falta de espaço.
Conclusão: o bom, o que pode melhorar
CLT é um hub vital do leste dos EUA, com boa conectividade e uma ampla seleção gastronômica. No entanto, enfrenta desafios críticos: superpopulação, manutenção deficiente das instalações e um sistema de transporte interno insuficiente. As cadeiras de balanço, a luz natural e alguns restaurantes salvam a experiência. Mas para muitos, continua sendo um aeroporto funcional, mas pouco amigável para escalas apertadas.
Para informações atualizadas, consulte a TSA, o Global Entry e o site oficial do CLT.